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Audiência Pública reúne movimentos e cooperativas em Volta Redonda, no Rio de Janeiro

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Por Alex Godoi / Fbpress

Foi realizado no último dia 7 de dezembro, em Volta Redonda (RJ), uma audiência pública na Defensoria Pública da União do mesmo município, com participação das cooperativas Pinheiral em Ação, Paraíso e Folha Verde, do MNCR (Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis), além de movimentos sociais locais, artesãos, catadores, lideranças quilombolas e população de rua. Na oportunidade, os movimentos e catadores puderam explanar sobre o auxílio da Defensoria Pública nas questões de contrato, documentação, desenvolvimento das cooperativas, entre outros temas. Durante a audiência, os presentes também puderam acompanhar uma apresentação cultural de grupos de jongo do Sul Fluminense.

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Reunião entre cooperativas e poder público no estado do Rio promove acordo de cooperação

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Por Alex Godoi / Fbpress

Foi realizado na última quinta-feira (dia 6), em Barra do Piraí (RJ), um encontro entre as secretarias do Meio Ambiente e Desenvolvimento dos municípios de Barra do Piraí e Pinheiral (RJ), com a participação dos presidentes das cooperativas Paraíso e Pinheiral em Ação e de técnicos da ANCAT. Na oportunidade, ocorreram conversas e troca de experiências entre as pastas municipais e as cooperativas, com o objetivo de novos convênios junto ao Plano de Resíduos Sólidos, além do desenvolvimento da coleta seletiva nos municípios envolvidos através de um acordo de cooperação.

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Encontro entre associações e cooperativas em Porto Alegre promove oficinas e palestras

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Por Alex Godoi / Fbpress

Nos dias 27, 28 e 29 de novembro, aconteceu em Porto Alegre um encontro entre associações e cooperativas de catadores do Rio Grande do Sul, entre elas a Ascat e Acrer, com a participação do MNCR (Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis). Na oportunidade, os catadores realizaram oficinas de formação e tiveram palestras sobre diversos temas envolvendo as atividades sobre o trabalho dos catadores e a construção de um mundo sustentável.

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Cooperativa Folha Verde realiza treinamento sobre segurança do trabalho em Volta Redonda (RJ)

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Por Alex Godoi / Fbpress

Em Volta Redonda/RJ, no último dia 14 de novembro, foi realizado um treinamento sobre Saúde e Segurança do Trabalho, na Cooperativa Folha Verde. Organizado pela equipe do CEREST (Centro de Referência Regional de Segurança em Saúde do Trabalho do Médio Paraíba), as atividades tiveram ênfase nas orientações sobre a importância do trabalho desenvolvido de forma segura na cooperativa, com destaque para a utilização de equipamentos de segurança, lavagem das mãos, uso de luvas, entre outras atribuições. Houve demonstração e orientação sobre os riscos do uso inadequado de luvas cirúrgicas e quanto a forma correta de lavagem das mãos e os possíveis riscos de contaminação.

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Educação Ambiental é tema de ação da Coomcreal no sul do país

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Por Alex Godoi / Fbpress

No último dia 14 de novembro, a Coomcreal (Cooperativa Mista de Coleta e Reciclagem de Materiais Reaproveitáveis, Educação Ambiental) da cidade de Encruzilhada do Sul /RS, realizou uma ação de Educação Ambiental, na praça Dr. Ozi Teixeira no município gaúcho. Em pauta, conversas sobre o trabalho dos catadores, o Ciclo dos Recicláveis e os tipos de materiais que podem ser reaproveitados.
Durante a atividade, houve agendamento de escolas públicas com o objetivo de sensibilizar sobre a importância da separação dos resíduos recicláveis e seu destino no meio ambiente, com intuito de dar maior visibilidade ao trabalho da coleta seletiva solidária.
Os trabalhos foram realizados pela Coomcreal e recebeu apoio da ANCAT , por meio do programa Reciclar pelo Brasil, além de participação da FLD (Fundação Luterana de Diaconia), organizações da sociedade civil e poder público municipal.

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Expocatadores reúne catadores e convidados especiais em sua Plenária de Encerramento

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Por Fernanda Borba

Ex-Presidente Lula recebe homenagem durante o evento

A Plenária de encerramento da Expocatadores 2017 aconteceu hoje, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães CCUG, em Brasília, e contou com a presença da Comissão Nacional do Movimento Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis-MNCR e equipe da articulação nacional do MNCR. O momento foi marcado pela homenagem dos catadores feita ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que compareceu ao evento acompanhado do seu ex-chefe de gabinete, Gilberto Carvalho e da Senadora Gleisi Hoffmann.

O evento iniciou com a leitura da segunda carta de Brasília, cujo objetivo é reafirmar os princípios e objetivos do MNCR.  “Se olharmos a primeira carta de Brasília, escrita em 2001, temos a certeza do quanto avançamos. Este novo momento valida a nossa reconstrução contínua e, para isto, estamos criando critérios nacionais, tais como o credenciamento do MNCR para todos os catadores e catadoras”, ressaltou Carlos Alencastro Cavalcanti, representante do Movimento no Estado do Paraná. “Precisamos que vocês reafirmem esse compromisso de fortalecer a nossa instância de base”, destacou Alex Cardoso, articulador do MNCR.

O último dia da Expocatadores foi marcado pela entrega do Selo Amigo do Catador ao ex-presidente Lula e Gilberto Carvalho. “Agradeço pela oportunidade de estar mais um ano neste evento e tenho muito orgulho de ver a evolução de vocês em comparação ao ano de 2003, época em que nos reuníamos embaixo de um viaduto em São Paulo. Muitas foram as conquistas e hoje vocês podem andar de cabeça erguida pelas ruas do Brasil. Hoje temos catadores cursando universidade, esta era uma das promessas do meu governo e foi concretizada. Também tenho orgulho de ter sido o primeiro presidente a permitir que vocês entrassem no Palácio do Planalto”, afirmou Lula.

Segundo Roberto Rocha, presidente da ANCAT – Associação Nacional dos Catadores e Catadoras de Materiais Recicláveis, esta homenagem ao ex-presidente é realizada em todas as edições da Expocatadores, pois a sua atuação em prol da categoria durante anos possibilitou a dignidade dos catadores.

A Senadora Gleisi Hoffmann destacou a importância dos catadores no país. “Eu valorizo muito o que vocês fazem pelo Brasil, é fundamental. O governo deve ser voltado para a maioria do seu povo, hoje estamos congelados com a reforma trabalhista e a reforma da previdência que estão tirando todos os direitos”, completou.

(Fotos: Davi Amorim)

 

 

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Reciclagem Popular e Logística Reversa são temas da Expocatadores

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(Foto: Davi Amorim)

Por Fernanda Borba

Diálogos sobre a reciclagem popular e a logística reversa aconteceram ontem, durante a oitava edição da Expocatadores. Integraram a mesa os representantes da Fundação Banco do Brasil, Itaipu, Instituto Sustentar e Observatório da Reciclagem Inclusiva e Popular ORIS, Subsecretário de Economia Solidária do SENAES / TEM, UFMG/ ORIS, e Assessora Técnica da SLUM – Maceió.

Jacqueline Rutkowski, do Instituto Sustentar  e Observatório da Reciclagem Inclusiva e Popular ORIS  iniciou o painel enfatizando sobre a oportunidade de negócios que é a reciclagem. “ A reciclagem é um grande negócio para o meio ambiente, pois promove a economia da energia, dos recursos naturais e ajuda a resolver o problema das mudanças climáticas, por isso que as empresas pensam nisto há muito tempo”, destacou ao completar que além disso, gera emprego no mundo inteiro, mas quanto ao Brasil, há muito para avançar.

O Brasil é um dos países mais atrasados no que diz respeito da reciclagem como negócio, estamos entre os décimos com apenas 2%. Para reverter este quadro, Jacqueline frisou sobre a importância dos catadores e cooperativas organizarem suas centrais de comercialização, e dos geradores de embalagem assumirem a sua responsabilidade, ajudando o Governo e os catadores

(Foto: Catu Cássio Marinho)

O representante da Fundação Banco do Brasil, Luiz Gonzaga, destacou diversos pontos da Lei Nacional de Resíduos Sólidos, e apresentou os andamentos e resultados do programa Cataforte, que está em sua terceira edição. “Desde 2014, o Cataforte III habilitou 33 redes de empreendimentos solidários, formadas por cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis por meio de convênio que integrou o Banco do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), o Ministério do Trabalho, com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes/ TEM), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a Petrobras, com o apoio do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR)”. O Programa Cataforte foi elogiado pelo Subsecretário de Economia Solidária do SENAES / TEM, UFMG/ ORIS, Natalino Oldakoski.  “A articulação promovida pelo Cataforte é de suma importância para o avanço da PNRS. Essas 33 redes se multiplicaram e efetivamente conseguem dar andamento a esta política”, disse.

Gonzaga também falou o que a PNRS pode fazer para incluir os catadores e cooperativas na prestação de serviços para a coleta seletiva e programas de educação ambiental para a sensibilização da população, destacando a importância da responsabilidade compartilhada.

O gestor do Projeto Coleta Solidária da Itaipu, Lorivan Webber, apresentou o andamento do projeto Coleta Solidária e seus resultados, além do convênio firmado recentemente  entre a Itaipu Binacional e a Associação dos Catadores de Resíduos Recicláveis e Reaproveitáveis de Santa Terezinha de Itaipu (Acaresti), que vai permitir a criação de um centro para a capacitação técnica de catadores de 54 cidades — as 52 integrantes da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (AMOP) e, ainda, Altônia (PR) e Mundo Novo (MS). O repasse de R$ 640 mil tem como objetivo permitir que as iniciativas de sucesso de Santa Terezinha de Itaipu em relação à gestão compartilhada de resíduos sejam ampliadas e replicadas em outras cidades.

Os efeitos da mecanização da triagem dos materiais recicláveis foram abordados por Marcelo Alves de Souza, representante da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, que apresentou um estudo realizado por ele, comparando as centrais de reciclagem do Brasil e Califónia (EUA). “É preciso refletir muito antes de sair mecanizando tudo, pois existem efeitos quanto à qualidade dos materiais, saúde dos catadores e desempenho do trabalho de triagem”, completou.

A Assessora técnica da SLUM- Maceió, Liz Geise Silva Araújo, destacou como foi o processo de contratação com as cooperativas e os catadores de materiais recicláveis.

 

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Os desafios para o fechamento dos lixões e a efetivação dos direitos dos catadores integrou a programação temática do segundo dia da Expocatadores

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Por Fernanda Borba

A Dra Cristina Seixas Graça – Coordenadora da Comissão Permanente do Meio Ambiente – Conselho nacional de Procuradores Gerais – CNPG abriu o segundo painel desta terça-feira, destacando diversos pontos da Política Nacional de Resíduos Sólidos e enfatizando o que a lei determina. “A lei busca incentivar o reconhecimento do resíduo como bem econômico e valor social. Temos discutido muito com os municípios para que eles cumpram a legislação, pois não fazem o que a lei ordena no âmbito da reciclagem, por isso existem muitas dificuldades para a implementação da coleta seletiva. No Brasil todo o Ministério Público está trabalhando para criminalizar os gestores que não estão cumprindo esta lei, a logística reversa tem que ser feita com os catadores”, frisou.

O Promotor de Justiça Dr. André Sperling, da Coordenadoria de Inclusão Social e Mobilização Social da CIMOS / MPMG ressaltou sobre a importância da cobrança do cumprimento da lei por parte do Ministério Público. “A gente percebe que a inclusão não é apenas uma questão de lei, há necessidade de uma luta política de vocês, catadores, para influenciarem cada vez mais a política pública, é preciso lutar pela causa dentro da política, pois a lei determina a inclusão e isto não tem sido feito”, destacou.

A diretora-presidente do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal, Heliana Kátia Tavares Campos apresentou as atuais ações que tem sido desenvolvidas com os catadores devido ao fechamento definitivo do lixão da Estrutural, o segundo maior do mundo.

Segundo o Dr.Claudio Luiz dos Santos, da Defensoria Pública da União – DPU, a persistência dos catadores deve ser constante. “É preciso persistir nesta luta porque legislação tem, mas pode perder. Estamos atravessando para a implantação, mas sabemos que é um processo lento por ser uma política pública”.

A integrante da Comissão Nacional do MNCR, Maria Trindade cobrou os participantes do painel quanto às ações de educação ambiental com a sociedade. “A gente precisa que o gestor público faça a sua parte voluntariamente. Queremos fazer o nosso trabalho e com remuneração. Nós estamos juntos, cobramos diariamente e queremos que o defensor público nos ajude a cumprir a lei”, completou.

(Fotos: Davi Amorim)

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Exposição Fotográfica é um dos destaques da Expocatadores 2017

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Quem visitar a Expocatadores 2017 poderá contemplar a exposição fotográfica “EU CATADOR – O OLHAR DOS CATADORES SOBRE O COTIDIANO DO TRABALHO”, que traz imagens tiradas pelos trabalhadores do Aterro Controlado do Jóquei Club, o lixão da Estrutural (DF), a partir de seus celulares.

A mostra apresenta a realidade e cotidiano dos catadores do maior lixão a céu aberto da América Latina. Um retrato sensível do mundo real de milhares de profissionais que ressignificam a cadeia da reciclagem por meio do trabalho e sobrevivem à margem do sistema com as sobras da modernidade. Para Isabela Coelho, idealizadora da mostra fotográfica, este trabalho é o retrato de “milhares de pessoas tidas como invisíveis para a sociedade, que transformam lixo em matéria prima e geram renda a inúmeras famílias no Distrito Federal”.