Tratado Global do Plástico: o futuro começa com quem já faz a diferença
Há décadas, milhares de catadores e catadoras de materiais recicláveis constroem, na prática, soluções para a economia circular, unindo sustentabilidade, inclusão social e geração de renda.
Para enfrentar a crise do plástico, não basta falar de metas. É essencial garantir preço justo pelos materiais recicláveis e pagamento pelos serviços ambientais prestados pelos catadores (as). Esse reconhecimento mantém viva uma atividade que reduz emissões, preserva recursos naturais e promove dignidade.
A Aliança Internacional dos Catadores e Catadoras (IAWP – International Alliance of Waste Pickers) está fortalecendo a presença da categoria nas discussões globais, como o Tratado Global do Plástico, que reúne líderes mundiais em Genebra, de 5 a 14 de agosto de 2025, para definir metas obrigatórias de redução da poluição plástica. O Brasil participa ativamente desse movimento por meio de representantes do Movimento Nacional dos Catadores (MNCR), como Severino Lima, presidente da Aliança Internacional dos Catadores e Catadoras, e levará essa agenda para a COP 30, mostrando que uma transição justa é possível.
A Ancat segue fortalecendo essa pauta por meio de programas de valorização, ações de visibilidade e articulação política para garantir direitos e reconhecimento aos catadores e catadoras do Brasil.
